Boas Férias

Novos visitantes!!!

Por informação da Google Statistics, o nosso blogue tem novos visitantes, os quais acedem com frequência às nossas postagens.

Sem dúvida, um motivo de orgulho para todos nós e para a escola.



Brasil, Estados Unidos, Canadá, Espanha, Holanda, Suíça, França, Angola, Ucrânia, Alemanha, Taiwan, Japão, Reino Unido, Porto Rico, Irlanda, Bélgica, Hong Kong, Canadá, Moçambique, Itália, Bulgária, Noruega, Finlândia, Rússia e Timor-Leste.







09/12/10

UM RAPAZ DIFERENTE

Esta história é especial, pois com ela pode tirar-se uma lição de vida.
Era uma vez, lá para os lados do Oriente, uma turma de alunos, à partida normal, mas com um rapaz um pouco diferente de todos os outros. A história do seu passado era bastante comovente.
Certo dia, ainda na sua infância, ele e a mãe vinham no carro, depois de um grande dia na praia, já ao fim de tarde. Estavam tão felizes, que, divertidos cantavam músicas bastante conhecidas, as quais as crianças costumam cantar. Vinham tão distraídos, que a sua mãe não reparou, que, do outro lado, havia outro carro que aparecera à sua frente de repente e bateram.
Desde essa altura, que a sua mãe se culpava de tudo o que se tinha sucedido, pois foi ela que não teve atenção ao outro veículo. E desta forma, ficou o menino a andar numa cadeira de rodas e com menos facilidade de aprender.
O menino tinha deixado para trás todos os seus amigos, pois estava agora numa nova escola, não teve muita facilidade em criar novos laços de amizade. Os outros alunos desprezavam-no, gozavam-no, pregavam-lhe partidas, e tudo por ele ser diferente.
- Porque é que me fazem isto? – Perguntou o rapaz ao grupo de colegas de turma que passavam os dias a chateá-lo, logo depois de ter caído em mais uma partida.
A resposta não passou de umas gargalhadas de gozo.
O pobre jovem sofria do mesmo problema todos os dias, que isto já se tornava num hábito, numa rotina diária.
Certo dia, um dos colegas que se costumava gozá-lo, meteu-se em sarilhos dos quais não saiu vitorioso. Ficou magoado, cheio de medo e desespero, começou a chorar, entre soluços, que ninguém o parava.
Nenhum dos alunos da escola foi ao seu lado para tentar acalmá-lo. Só o nosso rapaz foi para perto dele, perguntando o que se passara, conversando calmamente, e ajudando-o naquela situação.
Com isto, todos perceberam, que, apesar das suas deficiências, ele tinha um grande coração, e assim lhe pediram desculpa por tudo o que tinham feito. Tendo o rapaz aceitado as desculpas, passou cada dia da sua vida tão feliz, que sentia-se orgulhoso de si próprio tal e qual como era.
Este texto faz lembrar-me uma história… Qual será? 

Contributo de Rita Costa, 6ºA

06/12/10

Um texto de Natal da Maria F.

Cláudia celebra o Natal

Era uma vez uma rapariga chamada Cláudia , que tinha 8 anos e estava entusiasmada para que chegasse o Natal. Ela pensava que o Natal servia só para oferecer prendas.
Faltavam 3 dias para o Natal. Os dias foram passando, passando... No dia 24 de Dezembro, enquanto brincava com os amigos, ouviu um senhor dizer, num tom de voz rouca, rindo-se:
-Vamos arruinar o Natal! As crianças não vão ter um Natal como esperavam.
Depois de ouvir estas palavras, Cláudia foi contar aos amigos e disse com convicção:
-Temos de fazer alguma coisa! Não podemos deixar que arruínem o nosso Natal!
Os amigos: Marco, Sofia, Fernanda, Miguel e Cátia concordaram. E lá foram eles com as suas bicicletas e trotinetes atrás daquele homem. Quando chegaram, encontraram uma fábrica com muitos elfos amaldiçoados. Entraram e viram muitas árvores e presentes a serem destruídos. Eles não percebiam o que se passava. Então, mascararam-se de elfos para descobrirem o que pretendiam com tudo aquilo. Foram perguntar aos outos elfos o que estavam a fazer e eles disseram para destruírem todos os presentes e árvores!
Os 6 amigos armaram um plano: primeiro, acabavam com o feitiço que deixava os elfos amaldiçoados e, depois, apanhavam o chefe e convenciam-no de que não podia arruinar o Natal.
Mas os 6 amigos não sabiam reverter o feitiço e por isso foram à biblioteca dos elfos para descobrirem o segredo. Encontraram o feitiço, mas um dos verdadeiros elfos descobriu que os nossos heróis não eram elfos, mas sim intrusos e então gritou:
-Intrusos, intrusos... código vermelho...!
Os elfos vieram e cercaram os amigos e levaram-nos para junto do seu chefe. Este disse que já os tinha visto e mandou vir a sua máquina para os encolher, até ficarem muito pequeninos, mas Cláudia lembrou-se do feitiço e exclamou:
-Para o feitiço reverter, os elfos têm de encolher!
A máquina virou-se para os elfos e eles encolheram, até o feitiço desaparecer. Os elfos perguntaram o que estavam a fazer ali e Cláudia disse-lhes que estavam amaldiçoados e que o chefe queria arruinar o Natal. Foi então que os elfos se passaram e tiraram os 6 amigos da prisão e colocaram lá o chefe.
Os amigos chamaram a polícia e agradeceram aos elfos. Eram 23:59' e Cláudia tinha que estar em casa às 00:00 para celebrar o Natal. Convidou então os elfos e eles chamaram uma carroça voadora e chegaram a tempo a sua casa.
Cláudia percebeu que o Natal servia para estar com a Família.

Maria F., 5º ano, turma E

05/12/10

SOBRE O AUTO DA BARCA DO INFERNO, DE GIL VICENTE

Um Auto sempre actual!
Apesar de ter sido escrito há já vários anos, o facto é que o Auto da Barca do Inferno continua actual. Apesar de ser negativo, visto que significa que a sociedade ainda não entendeu que está a falhar, não deixa de ser surpreendente.
A crítica feita há tantos anos mantém-se, os erros não melhoraram, nós não evoluímos! Como será isso possível? Será que a sociedade não consegue entender que está a falhar em grande escala? Não! Ou talvez sim, mas eu prefiro acreditar que nós ainda não entendemos que estamos a falhar, porque, caso contrário, significa que ainda somos mais ignorantes, sabemos, admitimos, mas não resolvemos!
Gil Vicente alertou a burguesia para as suas trafulhices e furtos, mas actualmente ainda estamos piores. Também fez referência à religião e aos falsos preceitos religiosos e hoje ainda se faz pior: padres pedófilos! Também a nobreza foi chamada à atenção, mas as “classes altas” de hoje continuam iguais, com abuso de poder e desrespeito para com “as classes” mais baixas. Basicamente, isto revolta-me, Gil Vicente fez-nos “um diagnóstico” há anos, mas nós preferimos continuar “doentes”…                                           

Contributo de Beatriz Paiva, 9ºD

Visita de Estudo ao Teatro – 9ºano/ 29 de Novembro 2010

Companhia de Teatro O Sonho – Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente        
A minha opinião…
No dia vinte e nove de Novembro, fomos assistir a uma peça de teatro bastante boa, Auto da Barca do Inferno. Pelo que estudámos nas aulas de Língua Portuguesa, o texto tudo tinha para ser uma óptima peça de teatro e assim foi. Teve um início bastante original e apelativo, o que conduziu a uma boa reacção do público, que se verificou ao longo de toda a peça. A este propósito, achei bastante divertido e um pouco crucial a interacção que o elenco teve com o público, foi bastante engraçado terem chamado alunos e professores ao palco…
Mesmo já sabendo que o texto era cómico, uma das coisas que também apreciei bastante nesta peça foi o facto de os actores causarem constantemente o riso no público.
Foi um dia bem passado, pois todo o tempo “gasto” naquele teatro foi bem “gasto”, eu não parei de rir nem um segundo, o que até se tornou um pouco irritante. Espero, um dia, voltar a ver a peça!
                                                                           Mariana Afonso, 9ºA

Eu possuo uma opinião bastante positiva em relação à dramatização apresentada pela equipa d`O Sonho, penso que foi um espectáculo maravilhoso, tanto no que toca a aspectos visuais, quanto em expressão sonora.
Os actores eram extremamente expressivos e os seus gestos eram exagerados, o que é fundamental no teatro. A caracterização das personagens através do vestuário e acções estava muito bem feita, pelo que era possível identificar a personagem representada quase instantaneamente.
Foi, sem dúvida, um excelente teatro e a Companhia realizadora do mesmo não poderia ter feito um trabalho melhor, pelo que nem tenho aspectos negativos a apontar.
                                                                                  Ana Fonseca, 9ºA
Após a leitura do Auto da Barca do Inferno em aula, achei a obra muito interessante e criativa. Já estava curiosa para ver a sua apresentação em peça teatral. Ora, com espanto, esta foi melhor do que eu havia imaginado! A representação dos actores foi excelente e, mesmo com um só cenário durante toda a peça, foi tudo muito dinâmico e com constante entretimento. Uma das grandes qualidades dos actores foi o poder de interacção com o público, especialmente por parte do actor Bruno Vitoriano, enquanto Parvo e Sapateiro, escusado será dizer, as minhas personagens preferidas, na peça. Por parte de todos os actores não houve uma única falha, merecendo todos, assim, muitos aplausos dos espectadores.
Adorei e recomendo a toda a gente que estudar tão rica obra!
                                                                                         Carla Moniz, 9ºA

Eu achei a peça muito engraçada e interessante. Devo dizer que, de todas as vezes que já fui ao teatro, esta foi uma das mais divertidas! Formei esta opinião com base nalguns aspectos que gostei, tais como a maneira de ser e de agir das personagens e várias situações cómicas que me puseram a rir imenso!
                                                                                  Miguel Malcato, 9ºA

Para mim, valeu a pena assistir a uma das melhores dramatizações que já presenciei, com actores muito bons e talentosos, nomeadamente o Diabo, que demonstrou de forma exemplar a sua “bravura” em palco, com alguns movimentos difíceis e uma representação bem exigente!
                                                                                      Pedro Lemos, 9ºA

Fiquei fascinada com tudo o que vi! Confesso que, quando li a obra, não gostei muito, talvez porque não consegui visualizar mentalmente “a história”do Auto. Esta ida ao teatro, para ver esta Companhia em acção, superou as minhas expectativas! O cenário, a caracterização das personagens, a enorme interacção com o público, a excelente representação levada a cabo pelos actores, fizeram com que ficasse fascinada com a história e fizeram-me entender o porquê de todas aquelas personagens estarem presentes na obra de Gil Vicente.
Foi fantástico, tudo estava tratado ao pormenor e feito de maneira a que o espectador saísse do espectáculo a dizer “Nunca me vou esquecer desta ida ao teatro!”.
                                                                                       Maria Inês, 9ºA