Num reino distante a que deram o nome de Reino dos Olhos Planetários, viviam quatros príncipes denominados os quatro Cavaleiros dos - Olhos - Planetários.
Chamavam-se Rafael, Donatelo, Miguel Ângelo e Leonardo. Desejavam vir a casar-se com as filhas do Imperador do Fogo-Água-Ar-Terra, as princesas Cristal-de-Fogo, Cristal-de-Água, Crista-de-Ar e Cristal-de-Terra.
Mas antes de concretizarem o seu sonho tinham uma missão entre mãos: desvendar o mistério da gruta dos Cristais do Sono, protegida pelo Guardião da Gruta. Várias vezes tentaram entrar na gruta mas não conseguiram porque o Guardião estava sempre alerta e tinha a sua defesa bem montada.
Mas os cavaleiros pensaram num plano para afastar o Guardião do seu posto de observação. Pediram ajuda às princesas para participarem no seu plano.
Então, um belo dia, as princesas foram passear para os lados da gruta e começaram a gritar, parecendo estarem em perigo.
Ora o Guardião da gruta, como súbdito do Imperador, achou que tinha o dever de salvar as princesas e abandonou a gruta. Nessa altura, Leonardo, Donatelo, Miguel Ângelo e Rafael, entraram na gruta e perceberam a razão pela qual o povo do Reino dos Olhos Planetários não dormia.
Era porque os Cristais do Sono se encontravam guardados dentro de um baú, fechado a cadeado. Assim os cavaleiros arrombaram o cofre libertando os Cristais do Sono.
O céu brilhou como nunca e os habitantes do Reino dos Olhos Planetários dormiram e sonharam como há muito não faziam.
Os cavaleiros pediram a mão de suas princesas em casamento ao Imperador do Fogo-Água-Ar-Terra que vendo a coragem e esperteza dos príncipes, aceitou que suas filhas casassem com os valentes rapazes.
Foi uma linda festa de casamento e como em todos os contos, viveram felizes para sempre.
Contributo de Tiago, 6ºA
Blogue do Departamento de Línguas da Escola Básica 2.º e 3.º Ciclos Maria Alberta Menéres. Espaço destinado à divulgação das actividades desenvolvidas pelo Departamento
Boas Férias
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Sem dúvida, um motivo de orgulho para todos nós e para a escola.
Brasil, Estados Unidos, Canadá, Espanha, Holanda, Suíça, França, Angola, Ucrânia, Alemanha, Taiwan, Japão, Reino Unido, Porto Rico, Irlanda, Bélgica, Hong Kong, Canadá, Moçambique, Itália, Bulgária, Noruega, Finlândia, Rússia e Timor-Leste.
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05/10/10
SONHOS PROIBIDOS
Há muitos, muitos anos existia um reino chamado Reino dos Olhos Planetários. Era um reino muito prestigiado, ou seja, um reino com «R» grande.
O Reino dos Olhos Planetários era conhecido pela alegria constante e contagiosa dos seus habitantes. Eram sonhadores natos.
Porém havia já algum tempo que não sonhavam, e por isso ficaram muito desanimados. Naquele
reino, não haver sonhos era o maior problema da «Historia dos Grandes Problemas de Sempre!»
Dizia-se então, que os cristais do sono estavam presos, só faltava saber onde porquê.
Certo dia no palácio as quatro princesas passeavam calmamente no jardim.
- Menina, aquele ali ao fundo não é o pai? Olhem se não é parece! – interrogou a Princesa Cristal – de – Fogo, geralmente conhecida por Chama.
- Sim, é o pai, mas quem é aquele a seu lado? – perguntou a princesa Cristal – de – Água, chamada habitualmente de Aqua.
- Não faço a mínima ideia de quem possa ser! Onde anda a Ária (princesa Cristal – de – Ar) – perguntou a princesa Cristal – de – Terra, conhecida por Terícia.
Quando deram por Ária, já ela se escondia atrás de um arbusto a ouvir a conversa do pai. Correu para as irmãs e disse-lhes para se dirigirem para o salão de baile. Então disse:
- Manas, aquele homem com um ar sinistro é o Guardião da Gruta dos Cristais de Sono. O pai não quer que eles sejam descobertos pois assim as pessoas vão voltar a ser muito alegres e a fazer o que lhes apetece. Temos de fazer alguma coisa. A gruta fica mesmo atrás do palácio. Precisamos de ajuda!
- Nós podemos ajudar! - responderam quatro vozes em coro
Quando olharam, viram quatro cavaleiros, que estavam apaixonadas secretamente.
- Podem contar connosco para a expedição à gruta. Ouvimos a vossa conversa, por mero acaso – disse um dos cavaleiros, este chamado Pedro.
- Aceitamos, mas tenham cuidado, com estas coisas nunca se sabe! – responderam as princesas novamente em coro.
Então lá foram, andaram muito, quando chegaram à entrada da gruta viram o tal Guardião da gruta de que as princesas falavam.
- Não podem entrar aqui, vão-se embora! - ordenou o guardião da gruta.
- Não iremos por todo o dinheiro e valores deste mundo disse Pedro.
Pegaram nele com toda a força e atiram-no contra uma rocha, perdendo assim os sentidos.
- Ele deve estar assim durante um bom tempo! – disse um deles, este chamado João.
E então lá andaram, andaram muito, ultrapassaram obstáculos e decifraram códigos.
Chegaram então a um lugar que tinha um cristal enorme, com sonhos dentro.
- Como é que vamos levar isto até à cidade? - perguntou o cavaleiro Luís
- Olhem, reparem, aqui diz: «Só poderá levar este cristal quem tiver um grande sonho»
- Pessoal, nós temos o sonho de casar com as princesas! Vamos tentar! – disse Rui
Então todos puseram a mão por cima do cristal e disseram:
- Temos o sonho de casar com as quatro belas princesas! - disseram em coro
Então o cristal começou a brilhar, um brilho intenso que os ofuscou durante algum tempo, mas acabou por tornar-se muito leve e mágico, trazendo uma bela claridade ao reino.
Ao chegarem à cidade o Imperador já os esperava, tentou detê-los, ameaçou-os… fez de tudo para tentar impedir que eles conseguissem abrir os cristais, acabando assim por contar o seu plano diabólico. E os habitantes com tanta raiva atiraram-no ao mar e nunca mais ninguém soube alguma coisa sobre o paradeiro do Imperador.
Todos acabaram por voltar a sonhar! Houve uma grande festa na cidade e os cavaleiros e as princesas foram os convidados de honra!
Quanto ao sonho dos nossos das princesas e dos cavaleiros, não se casaram, mas nem todas as histórias podem ter um final feliz!
Contributo de Marisa Ferreira, 6ºA, nº21
DE NOVO NA ESCOLA
O meu regresso às aulas foi fantástico!
Estava com saudades da escola e dos professores. Apesar de gostar muito das férias já estava cansada de não fazer nada produtivo, porque gosto muito de aprender coisas novas.
Sinto-me feliz por voltar à escola!
Contributo de Beatriz Teodósio nº3 6ºA
Quando as aulas começaram fiquei contente pois já tinha saudades.
Gosto dos professores, das aulas e de aprender.
Agora que voltei à escola, o Pai e a Mãe disseram “acabou o tempo de brincar, agora é tempo de trabalhar”.
Eu sei que eles têm razão, mas vou tentar arranjar tempo para um pouco de brincadeira.
Contributo de Bernardo Teodósio nº5 6ºA
Já tinha saudades da escola. Voltar a aprender, utilizar os cadernos novos, os lápis, as canetas…
Saudade de alguma confusão e da euforia dos corredores.
Saudades do pátio, do refeitório, da biblioteca, das salas de aula, enfim…o regresso às aulas é maravilhoso!
Contributo de Marisa Ferreira, 6ºA, nº21
Foi fascinante voltar às aulas. Rever todos com alegria.
Sentir o cheiro a livros e cadernos novos e conhecer novas pessoas.
Foi fantástico.
Contributo de Inês Matos nº12 6ºA
Estava com saudades da escola e dos professores. Apesar de gostar muito das férias já estava cansada de não fazer nada produtivo, porque gosto muito de aprender coisas novas.
Sinto-me feliz por voltar à escola!
Contributo de Beatriz Teodósio nº3 6ºA
Quando as aulas começaram fiquei contente pois já tinha saudades.
Gosto dos professores, das aulas e de aprender.
Agora que voltei à escola, o Pai e a Mãe disseram “acabou o tempo de brincar, agora é tempo de trabalhar”.
Eu sei que eles têm razão, mas vou tentar arranjar tempo para um pouco de brincadeira.
Contributo de Bernardo Teodósio nº5 6ºA
Já tinha saudades da escola. Voltar a aprender, utilizar os cadernos novos, os lápis, as canetas…
Saudade de alguma confusão e da euforia dos corredores.
Saudades do pátio, do refeitório, da biblioteca, das salas de aula, enfim…o regresso às aulas é maravilhoso!
Contributo de Marisa Ferreira, 6ºA, nº21
Foi fascinante voltar às aulas. Rever todos com alegria.
Sentir o cheiro a livros e cadernos novos e conhecer novas pessoas.
Foi fantástico.
Contributo de Inês Matos nº12 6ºA
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