Obra: Trisavó de pistola à cinta
Autora: Alice Vieira
Editora: Editorial Caminho, S.A.
Sinopse:
Esta histria fala sobre uma senhora chamada Benedita, que ficou conhecida por ter posto duas pistolas à cintura para ir à cata de franceses. Conclusão, tudo não passou de uma lenda.
Palavras chaves: Trisavó, Benedita, tio, pai, Avelar de Cima.
Contributo de Cátia Patrão, 5ºE
Blogue do Departamento de Línguas da Escola Básica 2.º e 3.º Ciclos Maria Alberta Menéres. Espaço destinado à divulgação das actividades desenvolvidas pelo Departamento
Boas Férias
Novos visitantes!!!
Por informação da Google Statistics, o nosso blogue tem novos visitantes, os quais acedem com frequência às nossas postagens.
Sem dúvida, um motivo de orgulho para todos nós e para a escola.
Brasil, Estados Unidos, Canadá, Espanha, Holanda, Suíça, França, Angola, Ucrânia, Alemanha, Taiwan, Japão, Reino Unido, Porto Rico, Irlanda, Bélgica, Hong Kong, Canadá, Moçambique, Itália, Bulgária, Noruega, Finlândia, Rússia e Timor-Leste.
Sem dúvida, um motivo de orgulho para todos nós e para a escola.
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04/02/10
Bella a Coelhinha Fugitiva
Autora: Tina Nolan
Editora: Gradiva Júnior
Sinopse:
“Melhor do que aquele que lhe deu pensou Eva, lançando um olhar fulminante às costas cor-de- rosa floridas da mulher quando ela se virou para se ir embora. Algumas pessoas precisavam de ser realistas antes de irem a correr comprar um animal de estimação!
Assim que Heidi acompanhou a mulher á porta, Eva aproximou-se, retirou a cadelinha da caixa e colocou-a cuidadosamente no balcão.”
Palavras-chaves: Eva, Heidi, cadelinha e mulher.
Contributo de Vasco Dordio, 5ºE, nº.28
O Contador vem à escola
Bem, devo confessar que tinha uma ideia erradíssima sobre a actividade, pensava que era um senhor de idade que nos ia ler uma história!
Qual não foi o meu espanto, quando verifiquei que era um homem, relativamente jovem, e não um velho! Mas o meu maior espanto foi quando ele começou a falar, o seu à vontade e naturalidade eram realmente fantásticos! Achei António Fontinha um contador extremamente engraçado e talentoso. Dei por mim, em certos momentos, “naquele” local da história a viver o momento como se fizesse parte da história…
Quero também acrescentar, que adorei a experiência, tal como conhecer António Fontinha (ao qual, se tivesse que classificar pela sua expressão facial e corporal avaliaria como inigualável e a sua interpretação muito própria das personagens). Aliás, gostaria de um dia igualar tal talento, mas acho que só os predestinados o conseguirão!
Os meus parabéns e agradecimentos sinceros a toda a organização, mas principalmente ao António Fontinha.
Acho que deveria haver mais actividades do género, mais vezes.
Contributo de Beatriz Paiva, 8ºD, nº4.
Na minha opinião, foi uma apresentação excelente, parecia um teatro, só lhe faltava mesmo um palco! Acho que a maneira como o contador projectava a voz, ora mais baixo ora mais alto, era sempre muito bem conseguida. Entendia-se perfeitamente a maneira como ele entoava a voz, conforme a situação e a linguagem gestual que usava era muito proveitosa, porque dava outro "ar" à história.
Gostei mais do primeiro conto, "As três cidras do amor", porque é uma história de amor e, como sempre, as histórias de amor têm aquele encanto que, por mais que não queiramos, nos deixa sempre um sorriso na cara. Acho que para os ouvintes gostarem da história ela também tem que ser bem contada como António Fontinha o fez!
Contributo de Bruna Costa
Quando cheguei à sala e vi o contador, eu pensei que iria ficar sentado a ler um conto, como costuma acontecer. Quando António Fontinha começou a falar, apercebi-me logo que não era isso que iria acontecer e que me ia divertir bastante.
António Fontinha é um homem bastante expressivo, e isso contribui bastante para a sua magnífica apresentação de contos tradicionais, aquela a que atribuí nota máxima.
Não conhecia nenhum dos contos, nem nenhuma adivinha que ele partilhou connosco. Saí daquela sala mais culto e conhecedor.
Não tive nenhuma preferência entre os dois contos, simplesmente limitei-me a ouvir e a rir com a maneira de ele contar as histórias.
Não me importava de ouvi-lo de novo!
Contributo de Bruno Ambrósio
Qual não foi o meu espanto, quando verifiquei que era um homem, relativamente jovem, e não um velho! Mas o meu maior espanto foi quando ele começou a falar, o seu à vontade e naturalidade eram realmente fantásticos! Achei António Fontinha um contador extremamente engraçado e talentoso. Dei por mim, em certos momentos, “naquele” local da história a viver o momento como se fizesse parte da história…
Quero também acrescentar, que adorei a experiência, tal como conhecer António Fontinha (ao qual, se tivesse que classificar pela sua expressão facial e corporal avaliaria como inigualável e a sua interpretação muito própria das personagens). Aliás, gostaria de um dia igualar tal talento, mas acho que só os predestinados o conseguirão!
Os meus parabéns e agradecimentos sinceros a toda a organização, mas principalmente ao António Fontinha.
Acho que deveria haver mais actividades do género, mais vezes.
Contributo de Beatriz Paiva, 8ºD, nº4.
Na minha opinião, foi uma apresentação excelente, parecia um teatro, só lhe faltava mesmo um palco! Acho que a maneira como o contador projectava a voz, ora mais baixo ora mais alto, era sempre muito bem conseguida. Entendia-se perfeitamente a maneira como ele entoava a voz, conforme a situação e a linguagem gestual que usava era muito proveitosa, porque dava outro "ar" à história.
Gostei mais do primeiro conto, "As três cidras do amor", porque é uma história de amor e, como sempre, as histórias de amor têm aquele encanto que, por mais que não queiramos, nos deixa sempre um sorriso na cara. Acho que para os ouvintes gostarem da história ela também tem que ser bem contada como António Fontinha o fez!
Contributo de Bruna Costa
Quando cheguei à sala e vi o contador, eu pensei que iria ficar sentado a ler um conto, como costuma acontecer. Quando António Fontinha começou a falar, apercebi-me logo que não era isso que iria acontecer e que me ia divertir bastante.
António Fontinha é um homem bastante expressivo, e isso contribui bastante para a sua magnífica apresentação de contos tradicionais, aquela a que atribuí nota máxima.
Não conhecia nenhum dos contos, nem nenhuma adivinha que ele partilhou connosco. Saí daquela sala mais culto e conhecedor.
Não tive nenhuma preferência entre os dois contos, simplesmente limitei-me a ouvir e a rir com a maneira de ele contar as histórias.
Não me importava de ouvi-lo de novo!
Contributo de Bruno Ambrósio
01/02/10
As Aventuras do Menino Nicolau
Autor – Sempé e Goscinny
Editora – Teorema
Sinopse – “Fui às compras com o Papá”
“Depois do jantar o papá fez as contas com a Mamã.
- Pergunto a mim mesmo para onde vai o dinheiro que te dou – disse o Papá.
- Ah! Gosto imenso quando dizes isso – disse a Mamã que não estava com ar para brincadeiras; e depois explicou ao papá que ele não sabia o que custava a alimentação e que se fosse às compras compreenderia e que não devia discutir à frente do miúdo.
O Papá disse que tudo aquilo era disparates, que fosse ele a ir as compras fariam economias e comeríamos melhor, e que o miúdo tinha mas era que se ir deitar.
- Pois bem, já que assim é, vais tu às compras, já que és tão espertinho - disse a Mamã.
- Com certeza - respondeu o Papá. – Amanhã é Domingo e eu vou ao mercado. Verás como não me deixo enganar.
- Boa – disse eu - também posso ir? E mandaram-me deitar.
De manhã perguntei ao Papá se o podia acompanhar e o Papá disse que sim, que hoje, quem fazia as compras eram os homens. Eu fiquei muito contente porque gosto muito de sair com o meu Papá e o mercado e muito engraçado. Há muita gente a gritar por todo mo lado e como se fosse um recreio muito grande a cheirar bem. O Papá disse me para levar o saco das compras e mama despediu se de nos rir.
- Podes rir, mas rirás menos quando voltarmos com coisa boas e a preços acessíveis. E que nós, os homens, não nos deixamos levar não é verdade, Nicolau?
- Claro - disse eu.
A Mamã continuou a rir e disse que ia aquecer água para cozer as lagostas que íamos trazer e nós fomos buscar o carro à garagem.
No carro eu perguntei ao Papá se era verdade que nós íamos trazer lagostas.
- E porque não? - disse o Papá.
Tivemos azar para encontrar um lugar para estacionar. Havia montes de gente que ia ao mercado. Felizmente o Papá viu um lugar livre – tem olho o meu Papá – e estacionou.
-Bem, vamos provar à tua mãe como é fácil fazer compras, e vamos ensinar-lhe a fazer economias. Não é verdade, meu rapazinho? – disse o Papá.
E depois o Papá aproxima-se de uma vendedora que estava a vender montes de legumes, olhou e disse que os tomates não estavam caros.
- Dê – me um quilo de tomates – pediu o Papá. A vendedora pôs cinco tomates no saco das compras e disse:
- Além disto, que mais deseja?
O Papá olhou para o saco e, depois, disse:
- Mas como é? Um quilo são só cinco tomates? “
Palavras-chave – Pai, mãe, avó, amigos e Nicolau.
Contributo de Mafalda Gil, 5ºE
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